Nessas últimas duas semanas de férias, tenho pensado muito sobre o caminho que a faculdade me leva. Jornalismo, edição, produção... coisas que a gente vai descobrindo. Ontem, grata surpresa, fui presenteado com um livro (A arte de fazer um jornal Diário) do excelente Ricardo Noblat, que contém uma citação que serve um pouco para ilustrar o que se pode esperar após uma faculdade de jornalismo. Porém, considerando, serviu também para me lembrar um pouco de porque escolhi esse caminho.
"Pois o jornalismo é uma paixão insaciáve que só se pode digerir e torná-lo humano por sua confrontação descarnada com a realiade.
Ninguém que não a tenha sofrido, pode imaginar essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida.
Ninguém que não a tenha vivido pode conceber, sequer, o que é essa palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo das premícias, a demolição moral do fracasso.
Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderá persistir num ofício tão incompreensível e voraz, cuja obra se acaba depois de cada notícia como se fora para sempre, mas que não permite um instante de paz enquanto não se recomeça com mais ardor do que nunca no minuto seguinte"
(G. G. Marquez)
E vale a máxima, a melhor notícia é sempre aquele que ainda não foi publicada!
"Pois o jornalismo é uma paixão insaciáve que só se pode digerir e torná-lo humano por sua confrontação descarnada com a realiade.
Ninguém que não a tenha sofrido, pode imaginar essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida.
Ninguém que não a tenha vivido pode conceber, sequer, o que é essa palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo das premícias, a demolição moral do fracasso.
Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderá persistir num ofício tão incompreensível e voraz, cuja obra se acaba depois de cada notícia como se fora para sempre, mas que não permite um instante de paz enquanto não se recomeça com mais ardor do que nunca no minuto seguinte"
(G. G. Marquez)
E vale a máxima, a melhor notícia é sempre aquele que ainda não foi publicada!
