
Dizem que ano no Brasil acaba no natal e só começa depois do carnaval, mas de quatro em quatro anos não é isso que acontece. Todas as conversas em esquinas, portas de boteco, mesas redondas e afins, apontam que esse ano o Brasil não "funcionará" - exceto pelas obras de nossos governantes, que acreditam que só se deve trabalhar em ano de eleição. E não "funcionará" pelo simples motivo de termos um calendário muito apertado para todos os eventos e feriados. Temos, vejam só, carnaval, páscoa, copa do mundo, eleições e (ufa!) já é natal outra vez.
Contudo, é tempo de dizer que é hora de caras novas para esse país. E começamos bem, com a surpresa Unidos da Tijuca ficando com o título, após 74 anos de jejum, no carnaval carioca.
Caras novas também teremos no disputa da Copa do Mundo desse ano, com a saída de muitos jogadores consideramos "medalhões" que frequentaram os últimos mundiais. Interessante é esperar para saber se o polêmico gênio Gaúcho fará parte da convocação final.
Caras novas também teremos no disputa da Copa do Mundo desse ano, com a saída de muitos jogadores consideramos "medalhões" que frequentaram os últimos mundiais. Interessante é esperar para saber se o polêmico gênio Gaúcho fará parte da convocação final.
Depois, as eleições. Ah, as eleições. Pleito máximo para os políticos brasileiros. E pode ser que tenhamos, pela primeira vez na história nacional, uma mulher no posto mais alto do governo brasileiro. Na minha querida Minas Gerais, o atual segundo comandante, Antônio Augusto Anastasia, surge como possível sucessor de Aécio Neves.
Que sejam rostos promissores e tragam conquistas e honestidade.
